Depressão

Depressão (15)

A depressão é uma doença que afeta principalmente o psicológico e o físico da pessoa. Também conhecida com a doença do século, ela pode prejudicar muito o portador, isso porque exibe fatores como cansaço, desanimo, falta de atenção, tristeza profunda e ausência de fatores como apetite saudável, conversas, animo e outros, isso não é algo adequado ao nosso cotidiano, o que faz com que a pessoa seja julgada de uma forma absurda, o pior é que muitas vezes esse julgamento vem de pessoas próximas. Todos esses critérios contribuem para que a mesma pense em suicídio ou acabe cometendo o mesmo, além de pensamentos anteriores de como praticar o ato.

Diante disso, a depressão já é uma doença que é usada como um tema de palestras, conversas e debates em diversos lugares, isso porque o aumento dela é inacreditável, número exibem bem essa situação, segundo uma pesquisa, os casos foram aumentados em 40% desde 2015. Nesse sentido, é inaceitável que fiquemos parados, é por isso que diversas organizações e algumas políticas públicas estão se movendo e se movem diante de uma causa para a diminuição e solução para estes casos, juntamente de precações para o mesmo, que na verdade é mais do que necessária.

No Brasil, mais de 2 milhões de pessoas são atingidas pela doença por ano e 300 milhões de pessoa no mundo todo, independente da idade. Ainda há um dado que a OMS (Organização Mundial da Saúde) exalta, cerca de 6% das pessoas do Brasil são afetadas pela doença. São números que realmente nos deixam preocupados, isso faz com que cada vez mais pessoas procurem sobre a doença. Diante desse fato, alguns jovens que já passaram pela doença relatam que nunca imaginaram estar em tal situação, entretanto, quando você menos espera, você está lá.

Os sintomas da depressão são relacionados de acordo com alguns itens do corpo humano:

  1. Perca de energia e cansaço: diante desse fato, muitas pessoas acabam por perder a energia por não ter apetite, que também é um sintoma da depressão, além disso, sentem cansaço pelo mesmo motivo, além de que a mesma não terá disposição para conversar e praticar atividades.
  2. Profunda tristeza: a relação entre tristeza e profunda tristeza é diferente, já que a profunda tristeza vai muito além, essa por sua vez costuma envolver muito mais desanimo e inchaço no rosto, choro, baixo autoestima, sentimentos de inutilidade e culpa, além de isolamento, todos esses podem acabar gerando falta de esperança, gerando um suicídio.
  3. Irritamento e lentidão: pessoas com depressão tendem a se irritar mais fácil, isso porque a tristeza e solidão fazem com que as possíveis tentativas de aproximação gerem crises de irritamento. Diante desse fato, é importante saber lidar com esses casos, em certos momentos, essa pessoa pode se sentir acolhida se livrando desse tipo de crise. A lentidão também é exaltada a partir do momento em que o desanimo e as tristezas entram em ação, na verdade ela é automática a partir deste momento.
  4. Falta de sono e dores no corpo: Um envolve o outro, já que as dores no corpo não geram o sono, diante disso, as dores no corpo são geradas principalmente porque há falta de sono. Nesse sentido, situações como a queda de cabelo, unhas fracas e caídas, pernas doídas e inchadas, dor nas costas e estômago, além disso, podem gerar vômitos e tremores, esses que por sua vez são efeitos geralmente causados por remédios de tratamento para a depressão.
  5. Diante do peso, as pessoas podem estar ganhando ou perdendo o mesmo, já que depende dos sintomas para esse tipo de situação.

A depressão é causada principalmente por fatores que marcam a vida do ser humano, chantagem, relacionamentos e descobrimento de doenças. No caso de fatores que marcam a vida do mesmo, é possível usar o exemplo de um estrupo, esse por sua vez que nunca é apagado da vida de alguém e já nesse sentido, as lembranças podem afetar a vida do indivíduo fazendo com que a depressão surja aos poucos e vá tomando conta do mesmo.

Muitas pessoas são alvos de chantagem, isso porque vivemos em uma sociedade onde bens materiais e estar à cima do próximo são coisas essenciais, não deveria ser assim. Diante disso, podemos usar o exemplo de pessoas que chantageiam umas as outros pelo dinheiro, esse fator faz com que a pessoa atingida desista de acreditar em si e perde a vontade de se levantar, o que acontece muitas vezes é a entrada de uma profunda depressão, de pensamentos rasos e falta de tudo.

Relacionamentos envolvem casamentos, namoros e até amizades, a depressão pode estar surgindo diante de um término desses relacionamentos. Isso acontece principalmente nos namoros, na adolescência, o primeiro namoro e primeiro término é complicado para os jovens, na verdade, os mesmos não tem experiência com essa situação e acabam achando que tudo acabou ali, na maioria das vezes acabam por entrar em uma profunda tristeza, além de profundos pensamentos vazios e de inutilidade.

Descobrir e enfrentar doenças, principalmente as graves não é nada fácil, isso porque há questão como preconceito que caem sobre a pessoa afetada. Nesse sentido, é possível citar doenças que mudam o aspecto físico, peso e até mudança de hábitos pela causa da doença. Um outro exemplo, é a diabete, o indivíduo é obrigado a parar de comer algo que gosta para cumprir com o tratamento. A partir destes exemplos, muitos acham que não terá solução e acabam por entrar em depressão.

Além disso os fatores genéticos, ambientais e biológicos também podem estar ligados a depressão, uma vez em que não se sabe bem sobre estas causas.

A depressão pode ser hereditária sim, isso porque a ciência já envolve esse como um dos fatores causadores da doença, além de fatores psicológicos, ambientais e biológicos. Nesse sentido, fatores ambientais poderão estar facilitando a manifestação da doença.

Para tratar os sintomas e causa da depressão, o mais recomendado e utilizado são tratamentos psicoterápico, ou seja, um tratamento feito por um profissional psicólogo, esse por sua vez está apto e preparado (na maioria das vezes) para atender pessoas em tal situação, é importante que você saiba escolher determinado profissional.

Diante desses fatos, é possível afirmar que a depressão pode sim ser hereditária, mas não apenas isso, ela também pode ser causada por outros fatores como a convivência com a família, decepções amorosas, falta de animo e muitos outros. Ela já é considerada a doença do século e por isso que ultimamente vêm sido muito pesquisado, essas pesquisas são dadas por grandes organizações que tem como objetivo sanar todas as dúvidas, além de estar tentando avançar nos medicamentos e modos para uma possível solução para quem se encontra no problema. Nesse sentido, se formos analisar o fator hereditário e fazer pesquisas sobre o mesmo é visível que ainda não há uma pesquisa concreta sobre a depressão no sentido ser hereditária ou não, entretanto, o que se acredita é que de fato algumas coisas podem estar envolvidas a partir do fator genético.

Cabe a nós como sociedade aguardar e confiar nessas organizações para que assim, possamos estar cada vez mais confiantes na ciência e no progresso científico, desse modo, com certeza poderemos sair de situações como a depressão, além de que poderemos ainda ter dados concretos sobre suas causas e por último saber definitivamente se ela está ligada a fatores hereditários.

Sim, a depressão pode levar ao suicídio, segundo o G1, portal de notícias, em cada 100 pessoas com depressão, 15 cometem suicídio. Esse fator acontece porque a depressão evolui silenciosamente e nesse mesmo sentido não há nenhuma ajuda ao indivíduo. Vale ressaltar ainda que a maioria das pessoas que tem depressão pensa em suicídio, sendo possível aumentar o número 15 em algumas diversas situações. Nesse mesmo sentido, é importante ressaltar que a sociedade brasileira deve ficar atenta a este tipo situação, o país está em 5º lugar diante dos países com casos de mais morte por essa causa, diante disso, o indivíduo necessita de ajuda e tratamento, afinal, já são milhares de organizações, grupos sociais e psicólogos lutando por essa causa, caso isso não aconteça, as consequências serão grandes.

Diante dessas consequências, há casos inacreditáveis, isso porque há uma série de fatores que podem destruir famílias e principalmente os indivíduos. Que a doença pode levar ao suicídio é fato e preocupante, entretanto, há casos em que o indivíduo pode se cortar, causando problemas a si mesmo, além de se pressionar, fazer questionamentos sobre a vida, prejudicar os que estão a sua volta diante de tal situação e ainda não sentir fome, não sentir vontade para trabalhar, estudar, além de vários outros fatores, e geralmente tudo isso é causado por falta de fala, ajuda ou tratamento para essa mesma pessoa.  Além disso, as pessoas próximas podem estar ajudando essa pessoa, de forma em que o mesmo se sinta a vontade para procurar ajuda em psicólogos ou tratantes, por exemplo. Portanto, a ajuda pode vir de casa em alguns casos, além de escolas, ambientes de trabalho e na sociedade por um todo.

Há muitos jovens e adultos nos dias de hoje que sofrem de depressão, seja ela leve, moderada ou severa. E isso pode ocorrer por vários motivos levando, em alguns casos mais graves, a pessoa a cometer o suicídio. A depressão pode atingir qualquer um ao nosso redor, nos fazendo, muitas vezes, não perceber a tempo de ajudar a pessoa atingida.

Mas como podemos identificar se a pessoa está próxima do suicídio?

A pessoa irá recusar ajuda ou tratamento, alegando poder lidar com a situação sozinha. Vai também, começar a tratar de assuntos pendentes como: ver familiares que não via faz tempo, pagar dívidas ou qualquer coisa que esteja devendo, vai começar a se desfazer de objetos pessoais que tinham grande valor sentimental em sua vida ou resolver discussões que estavam mal resolvidas.

Uma pessoa depressiva tem alterações de humor que variam rapidamente, falta de energia e disposição.  Nesse momento, podemos reconhecer os indícios verbais, a forma como a pessoa fala e reage com frases como: “quando eu morrer, vocês vão sentir minha falta”, “não vou fazer diferença na vida de ninguém”, “a vida é algo insignificante”, “eu estou bem, não precisa se preocupar”.

Algumas pessoas podem também demonstrar uma calma repentina que aparece logo após um grande período de tristeza. Na maioria dos casos, o depressivo irá fazer ameaças de suicídio que serão consideradas, pela a sociedade, apenas uma forma de chamar a atenção, sendo assim, não levado a sério e ignorado em momentos críticos.

Há muitas formas eficácias de se identificar e ajudar um depressivo, o primeiro passo é não tratar isso como um “drama” ou algo “passageiro”. Mostrar importância, afeto e compreensão com o indivíduo, reparando assim, em suas atitudes no dia-a-dia.

A depressão, nada mais é que uma doença em que ocorrem desequilíbrios químicos chamados de neurotransmissores. Esses neurotransmissores são substâncias responsáveis por levar ao nosso cérebro, através de neurônios, a informação necessária, como as sensações de disposição, prazer, bem-estar e serenidade.

Ao ocorrer um desequilíbrio químico, ele pode gerar diversas respostas e em várias funções do organismo, e as conseqüências são aqueles famosos sintomas em que nós já conhecemos: falta de motivação, tristeza, insegurança, apatia, dificuldade de concentração, pessimismo e entre outros.

Já sabemos que mudanças psicológicas são os maiores causadores da depressão, mas as mudanças físicas, também podem dar inicio á depressão?

Há algumas sensações físicas que podem acompanhar o quadro depressivo, aparecendo antes mesmo de um sinal específico da depressão, como:

  • Distúrbios do sono: ou o paciente dorme demais, buscando no sono uma fuga da realidade, ou não consegue dormir porque sua cabeça não para de funcionar nem por um minuto.
  • Mudanças no apetite e no peso: algo muito frequente é associarmos a depressão com transtornos alimentares, isso porque a doença pode causar alterações na alimentação da pessoa, levando assim, a perda de peso ou o excesso do mesmo.
  • Problemas digestivos: algo muito comum de ocorrer em depressivos ou naqueles que estão no início da depressão, mas ainda não sabem, são os problemas digestivos. Alguma doença gastrointestinal mal tratada, aquela que o paciente sente dores abdominais e mudanças nos hábitos intestinais podem ser um alerta quando não encontrado um motivo para aquela dor.
  • Dor de cabeça: as dores de cabeça podem também resultar em depressão, como afirmam os psicólogos, “Há o cenário que chamamos de somatização, no qual o indivíduo com depressão acumula sintomas emocionais, frustrações, medos e inseguranças e descarrega no corpo” ou seja, o indivíduo não tem controle sobre isso.

Mudanças físicas e psicológicas podem trazer resultados como a depressão.

Uma pergunta muito frequente feita por muitas pessoas é: a depressão tem cura?

Sim, a depressão tem cura e ela é feita principalmente por meio de ajuda psicológica e mudanças de hábito. O tratamento varia de acordo com o tipo e o nível de depressão que o paciente possui. Cada tipo de pessoa pode adotar um método de tratamento diferente. O primeiro passo sempre é identificar a causa e procurar ajuda necessária.

Há vários tratamentos possíveis que podem ajudar a amenizar e curar a depressão, mas os principais e mais eficazes são:

 

Psicoterapia

Um tratamento que é bem eficaz contra a depressão é a psicoterapia, que é um tratamento que faz com que o paciente tenha uma correção nos seus pensamentos, ou seja, eles são incentivados a colocar no lugar de pensamentos negativos, os pensamentos positivos. São vários os tipos de psicoterapias existentes, porém a que mais se aplica no caso, trazendo melhores resultados é a psicoterapia cognitiva comportamental. Essa psicoterapia trás mais chances do paciente se adaptar ao mundo, já que são os pensamentos obscuros na depressão que podem levar ao suicídio.

Medicamentos

Há alguns medicamentos controlados que ajudam a se livrar da depressão, alguns desses medicamentos são mais fortes que outros, mas cabe ao médico decidir qual é o medicamento adequado para o grau de depressão do paciente.

Alteração do estilo de vida

Mudar o estilo de vida é um tratamento muito eficaz e o principal quando o assunto é curar a depressão. Para muitas pessoas, mudar o estilo de vida pode ser algo muito difícil, ainda mais para um depressivo já que a doença atrapalha a sua convivência com a sociedade. O mais importante é nunca alimentar a tristeza, o isolamento, o desânimo e os outros sintomas da depressão. A presença da família e dos amigos é fundamental, já que eles vão ser a base dessa mudança.

Depois que a depressão passou a ser considerada uma doença, a indústria farmacêutica começou a procurar medicamentos que fossem agir contra a depressão, proporcionando assim, uma possível cura.

Os remédios para depressão, são responsáveis por diminuir os sintomas como perda de energia, ansiedade, tristeza e tentativas de suicídio, pois estes remédios atuam no sistema nervoso central aumentando o bem-estar do paciente. Esses remédios são tarja preta e por isso devem ser controlados por um psiquiatra ou um médico especialista no caso, pois para cada nível de depressão há um remédio específico, podendo ocorrer efeitos colaterais.

Os principais tipos de remédios que podem ser indicados pelos médicos, variam de acordo com a classe do antidepressivo, que são:

  • Para inibidores da recaptação da serotonina e da noradrenalina: Venlafaxina, Duloxetina e Mirtazapina. Esses medicamentos podem causar enjôos, tremores, visão turva, excesso de suor, insônia, problemas de ejaculação, boca seca e nervosismo.
  • Para inibidores da recaptação da serotonina: Sertralina, Citrapolam, Fluoxetina, Escitaprolam e Paroxetina. Esses medicamentos podem causar tremores, enjôos, sonolência, produção excessiva de suor, prisão de ventre, problemas de ejaculação e dor de cabeça.
  • Antidepressivos tricíclicos: Clomipramina, Nortriptilina, Imipramina e Amitriptilina. Esses medicamentos podem causar prisão de ventre, boca seca, delírios, sonolência, retenção urinária, tonturas ao levantar e pressão baixa.

Além dos efeitos colaterais específicos de cada medicamento, os remédios para depressão engordam, pois mudam o metabolismo do organismo, levando ao acumulo de gordura ou em alguns casos os remédios podem levar a perda de peso, porém isso é bem incomum.

Há também alguns remédios de origem natural que tratam da depressão como:

  • Hipericão: uma planta medicinal que ajuda no tratamento da depressão leve
  • Melatonina: a melatonina além de melhorar a qualidade do sono, diminuiu o mau humor.
  • Damiana: planta medicinal que aumenta a circulação sanguínea, alivia a depressão, induz o relaxamento e combate a ansiedade.

Considerada a doença mal do século, a depressão vem se tornando cada vez mais popular, diante desse fato, é comum que diversas pesquisas sejam elaboradas a partir de indivíduos com essa causa, isso acontece porque de fato há muitas pessoas interessadas em ajudar no tratamento dessa doença. Geralmente, os tratamentos são feitos a partir de psicólogos e psiquiatras que levam cerca de 2 semanas ou alguns anos para serem resolvidos, na verdade é muito relativo esse tempo, entretanto, há procedimentos com medicamentos e médicos que podem influenciar uma solução para diversos casos.

Portanto, nesse caso há diversos medicamentos antidepressivos que ajudam profundamente a regular a química do cérebro, já que se acredita que o grande influenciador da doença realmente vem de algum evento do próprio cérebro. Nesses casos, o médico com certeza terá a solução para o caso, o mesmo analisa a situação profundamente para ter a noção do que deve ser feito, após isso ele apresente o perfil do medicamento antidepressivo para o paciente estar se tratando.

Vale ressaltar ainda que como dito, é de extrema importância que haja um acompanhamento psicológico ou psiquiatra mesmo que o paciente esteja tomando um antidepressivo, isso acontece porque os efeitos de tratamento podem ser mais rápidos e efetivos quando a situação é feita de acordo com o que é recomendado. Nesse mesmo sentido, cabe há um profissional analisar qual a situação referente ao remédio, já que há depressão leve, moderado e grave. No caso de depressão leve não é de tanta preocupação que se tome um antidepressivo, entretanto, ela pode evoluir, cabe ao médico ou profissional analisar a situação e ter a sua conclusão, ele é capacitado para fazer isso e estudou para o mesmo.

Muitas pessoas nos dias de hoje já estão sendo diagnosticadas com depressão e/ou ansiedade. E por isso, a indústria farmacêutica já se preparou com diversos remédios para lidar com isso. Porém, há algumas terapias que são tão eficazes quanto remédios para o tratamento da depressão, e que são super indicadas para aqueles que querem sair da crise.

  • Psicanálise: a psicanálise é uma terapia psicológica que nos permite ir ao encontro, através da nossa mente, de situações e pensamentos que nos geraram no passado e continuam a nos gerar dor, desconforto e incômodos. Assim que nós conhecemos o nosso inconsciente, e entendemos o que ele quer nos dizer, encontramos caminhos para o equilíbrio e o autoconhecimento.
  • Reiki: o Reiki é uma terapia energética, ou seja, ele nos desperta a chamada energia universal através do equilíbrio da energia dos Chakras. Essa terapia gera a cura em vários níveis: mental, físico, espiritual e emocional, trás relaxamento, alivia as dores físicas e emocionais, fortalece a autoestima e o sistema imunológico, diminui a tensão e a ansiedade. O Reiki é uma terapia que nos ajuda a se reconectar e nos encontrar novamente. É um tratamento feito através da imposição das mãos, mas sem o toque, nos principais Chakras e centros de energia do corpo.
  • Barras de Acess e Thetahealing: ambas são terapias energéticas e psicológicas. Acess é um conjunto de ferramentas e processos que facilitam a consciência a se libertar dos vícios e do julgamento. O tratamento é “correr suas barras”, ou seja, deletar todos seus pensamentos e liberar seu corpo para sentir novas maneiras de ver e sentir a vida. O Thetahealing é bem semelhante ao Acess, porém é com um maior componente verbal, assemelhando-se na prática mais a uma sessão de psicoterapia. Ambas permitem alterar e modificar crenças e padrões.

Quais são os especialistas que ajudam na cura da depressão?

O tratamento correto para a cura da depressão é o multi disciplinar, ou seja, é necessário ter o acompanhamento de um médico e de um psicólogo. Os remédios são apenas uma parte do tratamento e não o tratamento completo. É necessário mudar as escolhas, a mente e as ações para melhoria e um bom resultado final de cura.

Os profissionais especialistas e qualificados para o tratamento são: psiquiatras e psicólogos. Em alguns casos, além das sessões de psicoterapia,  o uso do medicamento é necessário para combater o problema. As sessões são direcionadas para a solução de problemas, adaptação ao que se faz necessário e encontro do bem estar, enquanto os medicamentos ajudam a mente a funcionar melhor.

O que falar para o médico durante a consulta?

Se você se sente deprimido ou tem sintomas que duram mais que duas semanas, procure um psiquiatra ou um médico. Comece contando a ele tudo que você vem sentindo nos últimos 30 dias, não esqueça de nada e não tente emitir certos acontecimentos por medo ou vergonha, lembre-se que cada detalhe é importante para o seu diagnóstico. Depois disso seu médico ou psiquiatra saberá o que fazer e vai te fazer passar por uma avaliação.

Quais os exames que terei que fazer?

O diagnóstico da depressão se inicia com um exame físico. Há algumas doenças, viroses e remédios que se assemelham muito com os sintomas da depressão. O médico vai querer saber de tudo e irá lhe fazer um questionário com algumas perguntas importantes, por exemplo: quando os sintomas começaram, se você já havia sentido algo parecido antes e quão severos eles são. O médico também irá avaliar o seu histórico familiar e psiquiátrico, pois nesse caso também é importante. Não há exames específicos para detectar a depressão, mas um exame de sangue pode por exemplo, apontar doenças e sintomas parecidos com a depressão.

Há alguns hábitos que podem nos ajudar a prevenir a depressão. Algumas pessoas ainda não sabem, mas é sim possível evitar a depressão apenas com algumas mudanças de hábitos, e a mudança na alimentação, a pratica de exercícios e a interação social podem ajudar também, sendo incluídas na mudança de hábitos. A depressão faz com que a pessoa se sinta profundamente triste por um longo período de tempo, e não é nada legal nos sentirmos assim, né?

A causa dessa doença pode estar ligada a muitos fatores, como: traumas de infância, alterações do cérebro, problemas emocionais ou até mesmo uma herança genética. Mas adquirindo alguns hábitos é possível prevenir e melhorar a sua qualidade de vida.

  • Durma bem: ter uma boa noite de sono é um fator importante que melhora sua saúde mental e consequentemente evita a depressão. As chances de desenvolver a doença são menores quando as noites são bem dormidas.
  • Tenha uma alimentação saudável: ter uma alimentação saudável, com baixo teor de gorduras, é algo essencial para não só evitar a depressão como para também, manter o seu bem estar mental. Consumir alimentos ricos em ômega 3 vai ajudar a melhorar o seu humor e a combater a depressão. O essencial é ter uma alimentação equilibrada.
  • Faça boas amizades: ter alguém para contar nos momentos difíceis é algo muito importante, pois os amigos vão afastar você da solidão aconselhando sempre que necessário. Esse acolhimento fará com que você se sinta importante e diminuirá todos os fardos que você carrega todos os dias. Para evitar a depressão é necessário ter boas amizades.
  • Pratique exercícios: um dos melhores remédios no combate da depressão é os exercícios físicos, pois eles aumentam a temperatura do corpo trazendo assim, um efeito calmante no sistema nervoso central. Além disso eles liberam substâncias químicas que melhoram o seu humor.

Como saber se minha depressão é grave?

A doença pode se manifestar de várias formas, por exemplo, enquanto uma pessoa pode ficar agitada e irritada, a outra pode ficar apática, sendo que ambas tem o mesmo nível de depressão.

A depressão grave é caracterizada por uma tristeza constante e extrema, que impede o indivíduo de manter contado com pessoas ao seu redor e em alguns casos impede até a higienização pessoal. Alguns dos sintomas da depressão grave são:

  • Isolamento;
  • Tristeza profunda, extrema, constante e incapacitante;
  • Sentimento de culpa e de inutilidade;
  • Distúrbios de sono (o indivíduo ou dorme demais, ou não consegue dormir nada)
  • Pensamentos suicidas
  • Dificuldade em manter a higiene pessoal
  • Grande diminuição do desempenho no trabalho
  • Fadiga e cansaço (mesmo sem ter feito nada o dia todo)

Como a depressão é uma doença, o fundamental é saber diagnosticar a doença já no inicio, para não ocorrer o agravamento da mesma,pois quanto maior o nível do depressivo maior será a dificuldade em busca da cura.

O jeito mais fácil de identificar a gravidade da doença é analisando os sintomas que o indivíduo sente, mas o essencial é procurar ajuda médica ou psicológica para um diagnóstico mais seguro e comprovado.

Quando procurar ajuda médica?

Você vai perceber que está precisando de ajuda, quando a doença estiver afetando de forma negativa a sua vida. Como, por exemplo, ao causar grandes dificuldades em seus relacionamentos (sejam eles amorosos ou amigáveis), em questões de trabalho ou em disputas familiares.

O mais aconselhável é procurar ajuda assim que notar qualquer dificuldade estranha ou que se assemelhe com um sintoma da depressão. Lembre-se sempre que quanto antes o tratamento começar melhor e mais rápida será a melhora, levando assim, a cura antes de chegar a um ponto mais avançado da depressão.

 

O ideal é sempre estarmos em alerta com nossos amigos e familiares, já que se cada um fizer a sua parte, será bem mais fácil para evitarmos o suicídio que vem se tornado muito mais frequente nos últimos anos, por conta da depressão e da ansiedade que vem a cada dia se agravando mais.

Em muitos casos, o depressivo vai se recusar em procurar ajuda médica ou psicológica, afirmando poder lidar com isso tudo sozinho. Bom, saiba que ele não pode lidar com isso sozinho e esse é o melhor momento para você entrar em ação e ajudar alguém.

O melhor lugar para se procurar ajuda, é em uma clínica médica. Há muitos tipos de depressão e cada indivíduo pode desenvolver a doença de uma forma diferente. O médico irá analisar o paciente e fazer um diagnóstico o mais rápido possível. Procurar a ajuda de um psicólogo também é aconselhável, já que a depressão é uma doença que afeta principalmente os pensamentos e o lado emocional do indivíduo, aliás, durante uma sessão de psicoterapia é bem possível que o psicólogo consiga identificar a presença da depressão e já indique um especialista específico para o caso.

O fundamental é nunca ignorar qualquer sinal de tristeza profunda de alguém, já que ignorando essa pessoa, ela vai se sentir mais isolada e sozinha. Converse com o individuo mostrando que você está disposto a ajudá-lo, mostre que você está tentando compreende-lo e ajudá-lo, e em momento algum julgá-lo pelo momento que ele está passando.

Porém, o mais ideal e o mais qualificado para ajudar um depressivo é um psiquiatra (médico que trata de problemas focados em transtornos mentais), pois ele vai diagnosticar o problema e a sua severidade, e só então vai recomendar os tratamentos mais recomendados para o caso.

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